Sobre o poder e o uso da Violência


Existem três maneiras pelas quais as pessoas, individual ou coletivamente, podem ter seu comportamento modificado: pela evolução natural, pela alienação e/ou pela Violência. Esta última, em maior ou menor grau, está inserida parcialmente nos dois primeiros processos. Costumo me referir à Violência, quando não voluntária, como Trauma. Trauma é uma lesão ou dano qualquer que causa modificação na estrutura e/ou funcionamento da mente e/ou do corpo físico.

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Clérigo muçulmano no Brasil ensina como bater em esposas


Cadê as campanhas da Globo contra esses escândalos? Cadê a Rede Record para detalhar a pedofilia do Profeta Maomé, que estuprou sua “esposa” de nove anos de idade? Onde está a Maria do Rosário, que não aparece para defender as muçulmanas?

Cadê, enfim, as VADIAS feministas a gritarem para que tirem os suaks de suas vaginas? Onde estão Jean Wyllys e os gayzistas a descerem o pau nas mesquitas, fazendo seu showzinho patético? Onde está Serginho Groismann e a ralé dos programas da Globo a fazerem críticas aos muçulmanos?

Cito abaixo, e reitero, o que eu disse em comentário à postagem da amiga Lúcia Lopes com essa denúncia:

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Bélgica prepara-se para legalizar eutanásia de crianças

Bélgica deve legalizar a eutanásia de crianças

Sim, a Bélgica, tão pioneira no que há de pior nos costumes, prepara-se para aprovar, na próxima quinta-feira, 13, a possibilidade legal de os pais outorgarem a eutanásia a crianças (sim, de decretarem sua morte “piedosa”), de 12 anos de idade em diante, com doenças incuráveis e/ou terminais.

Há quem tente justificar esse ato como sinal de “caridade”, até mesmo cristã (pasmem!), para com a criança em sofrimento. Mas, quem de nós já há visto alguma criança a pedir para morrer, mesmo em situações tão pungentes e sob sofrimentos atrozes?

Não são elas, justamente as crianças, os repositórios de Esperança por um mundo melhor? Quando calarem a voz (ou induzirem a calar-se) de uma criança diante do sofrimento normal da Vida humana, quem de nós ainda terá inspiração para lutar por sua própria Vida, já tão obliterada pela falta de alegria, de beleza e Fé? Quão humana essa criança ainda vai ser, de fato? E que vestígios de humanidade ainda terão seus pais, e nós?

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Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual”


Quando pessoas como eu, e outras muito antes, diziam que a campanha por “direitos civis igualitários” dos militantes gayzistas era uma armadilha primária que visava apenas igualar condutas bizarras às tradições familiares ocidentais, não faltavam os que rasgassem as vestes em sinal de escárnio e indignação. “Lá vai o Ebrael, um reacionário homofóbico esquizofrênico!

Hoje, através das notícias, imagens e fatos que a mídia, a serviço dos globalistas estrangeiros, se esmera em tentar abafar, vemos que aquilo que parecia “teoria da conspiração” e delírio está a se tornar perigosamente real. A homossexualidade deixou de ser, de um lado, transtorno histeriforme de personalidade e ganhou status de gênero, como se fosse um terceiro sexo. Parceiros homossexuais não podem ter filhos uns com outros, mas exigem o “direito” de educar crianças segundo um modelo de família fabricado por suas mentes doentes. A homossexualidade é convite para vícios e doenças, mas seus ardorosos militantes já defendem que é a heterossexualidade, vivência natural e fecunda do sexo, que é anormal. Chamam de tirânico o nosso bem maior, nosso modelo de Família, quando é realmente tirânico o furor que suas frustrações sexuais lhes causam.

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Tradução do artigo “It Begins: Pedophiles call for same rights as Homossexuals“, de Pat Dollard. [com comentários meus]:

Utilizando-se da mesma tática dos ativistas dos “direitos gays”, pedófilos começaram a buscar status semelhante, alegando que seu desejo libidinoso por crianças é uma orientação sexual, em nada diferindo da  homossexualidade ou da heterossexualidade.  Continue Lendo “Pedofilia: reivindicação de “direitos” e de “orientação sexual””