Potenciais estupradores?


Ao contrário do que muitos podem pensar pelo título, hoje não vou comentar o caso da garota que acordou com trinta e poucos caras sobre ela. Isso é assunto para a Polícia do Rio de Janeiro e da Justiça (??) daquele Estado. Meu foco hoje é a polêmica fala de algumas feministas (e simpatizantes), dizendo que vivemos em uma “cultura do estupro” e que “todos os homens são potenciais estupradores“.

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Sobre o poder e o uso da Violência


Existem três maneiras pelas quais as pessoas, individual ou coletivamente, podem ter seu comportamento modificado: pela evolução natural, pela alienação e/ou pela Violência. Esta última, em maior ou menor grau, está inserida parcialmente nos dois primeiros processos. Costumo me referir à Violência, quando não voluntária, como Trauma. Trauma é uma lesão ou dano qualquer que causa modificação na estrutura e/ou funcionamento da mente e/ou do corpo físico.

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Clérigo muçulmano no Brasil ensina como bater em esposas


Cadê as campanhas da Globo contra esses escândalos? Cadê a Rede Record para detalhar a pedofilia do Profeta Maomé, que estuprou sua “esposa” de nove anos de idade? Onde está a Maria do Rosário, que não aparece para defender as muçulmanas?

Cadê, enfim, as VADIAS feministas a gritarem para que tirem os suaks de suas vaginas? Onde estão Jean Wyllys e os gayzistas a descerem o pau nas mesquitas, fazendo seu showzinho patético? Onde está Serginho Groismann e a ralé dos programas da Globo a fazerem críticas aos muçulmanos?

Cito abaixo, e reitero, o que eu disse em comentário à postagem da amiga Lúcia Lopes com essa denúncia:

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Grande Fênix (in memoriam de Neda Soltani)


Neda Agha Soltani: heroína das mulheres iranianas.

Vôe Neda,

Nas cinzas do esquecimento

Não hás de ficar imersa;

A Grande Fênix,

Chamada Esperança,

Persistente,

A última remanescente

De toda Criança,

Te levará ao sublime firmamento,

Sobre um lindo tapete persa.

 

Vôe Neda,

Não há buraco, não mais,

Em teu coração de diamante.

Por ti seguimos, todos, adiante,

Lutando, gritando, pedindo paz.

Ainda que esperemos a todo instante,

Pelo Navio da Liberdade, grande e possante,

Por toda a Vida, neste solitário cais.