Anotações sobrenaturais


Após um período de salutar jejum, afastado que estive das publicações, resolvi tecer alguns comentários sobre minha reaproximação da Igreja e da espiritualidade Cristã.

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Natal, uma Promessa renovada


Não tenho muito a acrescentar sobre o Natal, como católico que sou, senão que é a renovação da memória da Encarnação do Verbo de Deus entre os homens. O Filho de Deus, consubstancial ao Pai, torna-se homem, encarna-se, experimenta a realidade de sua criatura, para salvar-nos e mostrar-nos o Caminho do Céu, interrompido pelo lamaçal de uma torrente de pecados, conscientes ou inconscientes, do conjunto dos seres humanos.

Porém, antes de tudo, devo lembrar que, a exemplo da Páscoa, que é o ápice da Redenção (Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor), o Natal também é o cumprimento de uma Promessa. Portanto, mesmo no Natal, no símbolo visível e manifesto do Menino-Deus, somos confrontados com o cumprimento de uma Promessa, uma sublime Promessa. A Palavra em Si mesma, o Verbo, é uma Promessa. O Verbo de Deus assume-se em Si mesmo e cumpre o que enviou adiante de Si antes da Fundação do Mundo, sendo esse o significado de Promissio.

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Sub tuum præsidium


Para os protestantes que insistem (inutilmente, claro) que a devoção à Santíssima Virgem Maria surgiu por uma invenção dos católicos após Constantino é que, especialmente, escrevo esta postagem. Claro que, para todos os católicos, servirá também como informação valiosa, mas escrevo para mostrar aos irmãos que andam no erro que a devoção mariana remonta mesmo à Igreja Católica dos tempos apostólicos (a que os protestantes chamam de “primitiva” para tentar separá-la da Igreja de sempre).

Sub tuum præsidium

Sub tuum præsidium (do latim, “À vossa proteção”) é a mais antiga oração pela intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, e é datada do séc. II, quando muitos dos primeiros sucessores dos apóstolos  (ordenados como bispos e presbíteros) ainda estavam vivos.

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Aparições de Nossa Senhora no Egito


Nestes tempos de perseguição brutal e genocida contra cristãos no Oriente Médio, e cultural no Ocidente laicista, deveríamos nos lembrar dos apelos de Nossa Senhora que, por meio de milagrosas aparições em diversos lugares do mundo, chama os pecadores à conversão e à oração. Muitas dessas aparições são simplesmente ignoradas e as mensagens, deixadas então por Nossa Senhora, rejeitadas por muitos que dizem pertencer ao rebanho de Cristo.

Nesta postagem, falaremos sobre as mais recentes das aparições de Nossa Senhora no Egito, algumas delas registradas em fotos, vídeos e depoimentos de pessoas que professam diversos credos, não somente cristãos, mas inclusive muçulmanos e judeus. Milhares se converteram à Fé Cristã e deixaram, ora suas heresias, ora sua idolatria pagã.

Foto tirada da aparição de Nossa Senhora sobre a Igreja de São Marcos em Zeitoun, Egito, 1968.

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Zeitoun, Egito, 1968

Como todos devem saber, nos países do Oriente Médio os cristãos constituem minoria, sendo a maioria de muçulmanos. E isso mesmo considerando que a Fé Cristã surgira 6 séculos antes do Islã, sendo suplantada, no entanto, através de uma brutal campanha de conversão forçada empreendida pelos seguidores do pederasta Maomé, esse mesmo que sodomizou uma menina de 9 anos, tomando-a como escrava sexual, e que cria num deus (Al-Illah, ou Allah) que chefiava 360 outros deuses, segundo a crença das tribos árabes pagãs.

Sim, esta terra (Egito) em que pisaram Maria e José, com Jesus recém-nascido nos braços, fugindo da perseguição de Herodes, presenciou uma das mais bem documentadas manifestações da Virgem Santíssima dos últimos tempos. A seguir, um trecho da descrição destas aparições, segundo o site Derradeiras Graças:

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