A Tradição da Igreja nos gestos de um menino

Dois mil anos de Igreja ilustrados por um menino


“Deixai vir a mim as criancinhas; não as impeçais, pois delas é o Reino de Deus.” (Lc 18,16)

Numa época em que os pais são espancados pelos próprios filhos, em que as mães não esperam suas crias nascerem para as assassinarem friamente, é emocionante testemunhar que a Tradição da Igreja vive nas Famílias, unindo pais e filhos na Força do Amor e da Fé.

Abaixo, um exemplo que me deixou com lágrimas nos olhos e, ao mesmo tempo, com vergonha de termos tantos sacerdotes que celebram o Santo Sacrifício com menos Fé que esse menino, no vídeo seguinte. Esperançoso — acima de tudo —, é como eu fico. Esperança de que, verdadeiramente, as crianças venham manifestar, ainda que de forma efêmera, o Reino dos Céus em nosso meio, assim como fez o Menino Jesus.

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Mikhael Stepping On the Devils Head

Miguel, Miguel…


Ao meu Venerável Condutor, com admiração, no dia de sua Memória:

Estás tão presente nessa pobre vida que anima essas letras que até o nome de meu próximo filho (se Deus assim quiser) levará o lema que é teu nome. Mikhael, “quem é semelhante a Deus”?

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xadrez

Três questões e uma armadilha fatal


Neste domingo, véspera da Festa de São Miguel, proponho algumas questões que considero importantes aos leitores deste espaço. Questões quase nunca respondidas por pessoas do lado de lá do muro da insanidade. Recomendo, então, os tópicos abaixo para reflexão sobre o Aborto e sobre o alcance da Liberdade.

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Chesterton

As incorreções dos termos politicamente corretos


Antes de começarmos a tratar dos objetivos propriamente ditos desta postagem, é preciso que repassemos alguns conceitos. Afinal, do que tratam os pressupostos politicamente corretos? Eles são, realmente, corretos, ou apenas tentam remodelar, arbitrariamente (e muito), os valores considerados corretos pelo senso comum?

Basicamente (e segundo a lenda), ser politicamente correto significa tratar a todos como iguais. Iguais perante a Lei, com os mesmos direitos e deveres. Ponto. A partir do momento em que tratamos a todos, segundo o establishment, como iguais, devemos tornar comportamentos particulares, massificados pela mídia e pelo Estado ideologizado, como imperativos, sendo todos arrastados por uma coação onipresente.

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Casa onde fui feliz de verdade

Sabe aquele Vento Sul soprando no rosto?


Sabe aquele Vento Sul soprando no rosto? Pois então, é o vento da saudade, do sono embalado na cama macia arrumada por sua mãe. Essas lufadas de ar fresco encontram nossa tez úmida, encharcada em corredeiras faciais, afluentes dos olhos fixos naquelas tardes de sábado. Olhos tributários do Mar que é o Tempo, para onde tudo corre e pelo qual tudo é purificado.

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