Translúcida


TRANSLÚCIDA

Só, escutando as gotas,
Cheirando a mesma névoa,
E o assento, só.

Ingerindo teu gemido,
Introjetando cada nota,
E o timbre agudo, só.

Conduzidos pela escada,
Tempos idos e sempre vindos.
Nos sapatos: pó.

Medo e coragem, complementares.
Antônios e Simones se fazem pares.
E a Alma, nunca só.

À frente, somente o Sol.

(Ebrael Shaddai, 27 de setembro de 2017.)

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