Após oito anos de PSDB cimentando o caminho para os subsequentes doze anos de depredação pelo PT, o Brasil, finalmente, pode chegar à conclusão de que Rui Barbosa estava certo: neste país, o que campeia é a politicalha mais delirante.

Sim, passaram-se 26 anos desde as primeiras eleições diretas das quais me lembro como ser humano. Após tão breve tempo, afetado pelo inferno astral não mais de origem sideral do que dos projetos politiqueiros de assalto, o Brasil vive seu próprio Apocalipse.

A prova de que a nova República é uma farsa ridícula é que, há doze anos, tivemos como Presidentes um semianalfabeto, alcoólatra e que, tendo trabalhado apenas por um ano na vida, se pretende representante dos trabalhadores, e; atualmente, uma ex-assaltante de bancos, integrante de grupo terrorista que hoje cuida das finanças do Brasil tendo já, inclusive, levado à falência uma lojinha de produtos a R$ 1,99. Bastam esses dois exemplos para que constatemos qual é a capacidade de julgamento de nosso povo.

Dilma Rousseff já se notabilizou, nacional e internacionalmente, por ser pródiga em bobagens ditas em público. Enquanto o Circus Brasiliensis pega fogo, ela, em apenas vinte minutos, consegue:

  • confraternizar com os índios, lhes dando uma bola cinza de presente;
  • saudar a mandioca como uma das maiores conquistas do Brasil de todos os tempos;
  • afagar autoridades durante metade do tempo que tem pra falar, e;
  • por sinais inequívocos, nos deixar com a forte suspeita de que ela está, mesmo, “batendo biela”, com algum desequilíbrio psiquiátrico.

Somente uma pessoa mentalmente instável se arriscaria, num discurso presidencial, a pleitear a existência da espécie das “mulheres sapiens“.

Não tenho dúvidas: se antes já estava claro que eram os ratos que governavam o poleiro de Brasília, agora torna-se natural que o façam. Dilma não governa. Será por conta da idade, da doença petralhótica ou por falta de sono? Motivos, causas, sintomas: nada disso falta. Dilma está nua, ou ficando louca? Para mim, é melhor que não fique nua.

Abaixo, trechos do discurso de Dilma Rousseff [*] para os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, Palmas, Tocantins, em 23 de junho de 2015 (os grifos são meus):

“Temos a mandioca, e aqui, nós estamos e, certamente, nós teremos uma série de outros produtos que foram essenciais para o desenvolvimento de toda a civilização humana ao longo dos séculos. Então, aqui, hoje, eu saudando a mandioca, uma das maiores conquistas do Brasil. 😐 “

(…)

“Nós somos do gênero humano, da espécie sapiens. Somos aqueles que têm a capacidade de jogar, de brincar, porque jogar é isso aqui. O importante não é ganhar e sim celebrar. Isso que é a capacidade humana, lúdica, de ter uma atividade cujo o fim é ele mesmo, a própria atividade :?; . Esporte tem essa condição, essa bênção, ele é um fim em si. E é essa atividade que caracteriza primeiro as crianças, a atividade lúdica de brincar. Então, para mim, essa bola é o símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola dessas, nós nos transformamos em homo sapiens ou mulheres sapiens 😮 ”.

Assistam ao vídeo (com as balelas acima e algumas mais) e se atenham ao nível de confusão mental em que se encontra a atual Chefe de Estado brasileira:

***

[*] FOLHA DE SÃO PAULO. Em cerimônia com índios, Dilma saúda ‘mandioca’ e fala de ‘mulheres sapiens’. Jornal Folha de São Paulo: Poder (online). Notícia publicada em 23 de junho de 2015. Disponível em < http://goo.gl/l5RrfG >. Acesso em 24 de junho de 2015.

Anúncios

Escreva abaixo seu comentário:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s