Vermelha ou azul?


A despeito do alegado livre arbítrio, vemos as pessoas se sentindo cada vez mais oprimidas, vazias. Para além da aparente desorientação social e econômica, podemos perceber um contraste entre liberdade aparente e opressão. Quão mais livres pensamos ser, mais nos sentimos presos. Por que será?

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Muito mais do que pó


Iludimo-nos com tão vãs filosofias e com baixos conceitos acerca do Universo, tão medíocres quanto infantis. Procuramos as causas de nossa existência não pelos efeitos físicos que personificamos em nossos corpos de carne, mas fustigados pelo destino dos mesmos, confundindo-nos com o limo de Adão, com a areia dos cemitérios e com o pó das ossadas. Mas, acaso, será mesmo que não somos mais do que pó?

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Por trás dos conflitos entre cristãos e muçulmanos


A mim, que sou católico, tem-me doído muito o martírio sofrido por cerca de 100 mil pessoas que morrem anualmente em virtude de sua confissão cristã, especialmente em países de maioria muçulmana. Mas, a quem interessa o conflito entre cristãos e muçulmanos ao redor do Mundo?

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Anotações sobrenaturais


Após um período de salutar jejum, afastado que estive das publicações, resolvi tecer alguns comentários sobre minha reaproximação da Igreja e da espiritualidade Cristã.

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Missão cumprida!


Por esta postagem, venho anunciar a conclusão da missão deste espaço. Eu gostaria de ter feito mais, e melhor, por aquilo que eu creio ter sido minha missão nesta esfera de comunicação. Tudo fiz com esmero, com paixão e Amor à minha Consciência, esta que é a instância mais próxima entre mim e a Divindade.

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Por quê me tornei liberal


Para aqueles que me acompanham há algum tempo, pode soar surpreendente eu declarar adesão ao Liberalismo. Porém, como me considero conservador (mas, como é ser conservador?), a despeito de minha disposição em denunciar a Nova Ordem Mundial, é quase inevitável optar pelo liberalismo em face da defesa da liberdade do indivíduo (ao menos, na teoria).

A seguir, explico as razões que me levaram a adotar uma postura liberal, na economia, enquanto mantenho o conservadorismo como bandeira social.

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Direito: proteção ou intervencionismo?


Num cenário de expansão do que chamamos democracia, as massas, mimadas pelas comodidades, aparentemente gratuitas, da era tecnológica, distorceram a noção de direito, como se este fosse uma forma mágica de satisfazer suas necessidades subjetivas como se fossem fundamentais. Afinal, que distorção seria aquela?

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